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segunda-feira, 17 de maio de 2010

O coração do Ministério de Cristo


Texto Bíblico: "6 Ele, porém, disse-lhes: Não vos assusteis; buscais a Jesus Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis aqui o lugar onde o puseram. 7 Mas ide, dizei a seus discípulos, e a Pedro, que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis, como ele vos disse". Marcos 16:6-7


Vou compartilhar com vocês hoje, uma pouco sobre a obra de Jesus, preparando e restaurando o ministério do apóstolo Pedro.


Após a ressurreição, algumas mulheres vão ao túmulo de Jesus, mas não o encontram lá. Um anjo as manda ir e anunciar aos discípulos, e a Pedro, que Jesus está vivo e quer encontrar-se com eles na Galiléia.


Interessante é notarmos que o texto diz: "aos discípulos, e a Pedro". Imagine a cena. As mulheres chegam a todos os discípulos e dizem "Pessoa, fomos ao sepulcro mas o Mestre não estava lá - RESSUSCITOU. O Porém, um anjo do Senhor estava lá disse para vocês irem para a Galileia, pois lá o verão. Ah!, Pedro. O Senhor quer te encontrar lá".


Essa observação para Pedro, à parte, deixou-o em grande expectativa. Seu coração imediatamente o acusou: "Você negou Jesus, e três vezes". Pedro quando negou o Senhor, lembrou que o Senhor havia dito que ele o faria. Seu fraco coração não suportou as afrontas e o risco de ser identificado como seguidor do mestre. Mateus escreve que ele saiu do lugar onde estava quando negou a Jesus e chorou amargamente (Mateus 26:75). 


Lucas revela algo mais dizendo: "61 E, virando-se o Senhor, olhou para Pedro, e Pedro lembrou-se da palavra do Senhor, como lhe havia dito: Antes que o galo cante hoje, me negarás três vezes. 62 E, saindo Pedro para fora, chorou amargamente." (Lucas 22:61-62)


Quantas vezes somos surpreendidos com nossa fraca devoção a carecemos de Jesus e de seu amor incondicional? O Senhor está nos olhar, todavia, seu olhar não era de juízo, mas de compaixão: ele já sabia que Pedro falharia, pois conhecia seu coração, que precisava do batismo de poder, que viria em Atos 1:8 e 2:1-4.


Pedro e os discípulos foram para a Galiléia, um sentimento de apreensão estava no ar para Pedro: Como seria o encontro com Jesus? Como encarar de frente o Senhor, após tê-lo negado?


O Senhor marcou o encontro lá na Galiléia. Queria levá-los a um lugar conhecido, familiar, para trazer-lhes à memória os tempos de seu chamado, dos primeiros passos no ministério, do primeiro amor (Apocalipse 2:4).


Lá, em dada manhã após voltarem de uma noite frustrada de pesca, o Senhor lhes apareceu na praia, enquanto eles estavam a uns 300 metros dentro do mar (nesse momento eles não o tinham reconhecido). Jesus perguntou-lhes "Filhos, tendes algo para comer?". Eles não tinham nada. Vazios.


O Senhor manda que eles atirem novamente a rede. Numa obediência à voz do mestre lançaram-na e esta imediatamente ficou cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes. Muito mais do que precisavam. O discípulo amado, João, sensível ao que acontecera exclamou a Pedro:  'É O SENHOR'. Chegara a hora. Pedro teria de ficar frente a frente com Jesus!


Ao chegar na praia, encontraram já um peixe na brasa e pão. O Senhor convida: "Vinde, jantai". Depois de terem comido, Jesus chama Pedro e lhe pergunta três vezes: 'Pedro, você me ama' e Pedro sempre confirmando: "Sim, Senhor, tu sabes que te amo", e o Senhor ratificava: "Apascenta as minhas ovelhas".


Um detalhe importante foi que na terceira vez Pedro entristeceu-se porque o Senhor insistiu nisso e disse-lhe: "Senhor, tu sabes tudo. Tu sabes que eu te amo".


Sim, Jesus sabia. Mas porque insistir nisso? Jesus havia dado a Pedro as chaves do Reino e um legado (Mateus 16:14-19), mas Pedro jamais poderia desempenhar seu chamado de maneira poderosa, sem ter sido tratado e restaurado naquilo que lhe seria uma pedra de tropeço. Para cada uma das negativas de Pedro (três vezes ele negara a Cristo), uma afirmação dele (três vezes ele disse 'Senhor, tu sabes que te amo') e uma confirmação do Senhor (três vezes o Senhor lhe disse: 'apascenta meus cordeirinhos').


E mais, quando Pedro negou Jesus pela terceira vez o galo cantou e ele lembrou-se de que o Senhor lhe havia dito que isso aconteceria, e saiu e chorou amargamente. Agora, quando o Senhor lhe indagou três vezes "Pedro, amas-me?", ele entristeceu-se. A Bíblia diz que a tristeza segundo Deus opera o Arrependimento (2 Coríntios 7:9-11)


Que obra maravilhosa de Cristo. Que ministério glorioso!!! O Senhor criou uma situação para alcançar e restaurar Pedro, para que ele pudesse ter uma vida livre de culpa e um ministério vitorioso.


Para cada uma das negativas de Pedro e colheu uma nova, positiva, e em cada uma O Senhor confirmava sobre Pedro seu chamado.


O momento da Vitória para nossas vidas:
Querido, permitamo-nos ser conduzidos pelo Senhor a uma restauração completa. Deixemo-lo tratar nossas vidas nas áreas que são necessárias.


Ainda que isso lhe pareça ser desconfortável no começo, será bênção para para sua vida. Perdão, restauração emocional, cura de lembranças degenerativas, capacitação e poder espiritual, alegria e vida abundante estão disponíveis a cada um de nós, hoje.


Cheguemos de coração verdadeiro diante do Senhor, descoberto.


Não deixe sua vida seguir sem essa restauração do Senhor. Hoje é o dia, o momento é agora. Faça sua oração. Sua vida plena, seu ministério em toda dimensão sonhada por Deus está a apenas a distância de uma oração sincera e um tratar amoroso do Senhor (1 João 1:9).


Desejo-lhe vida plena em Cristo Jesus, nosso Senhor. Profetizo sobre você: "Vestes de louvor em vez de espírito angustiado".


Abraço fraterno,
Pastor Gerson Luiz Garcia de Lima
Comunidade Evangélica Restauração e Vida

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Liberte-se da Culpa!

Extraído do Livro "Você pode ter vitória, apesar da confusão"
do Pastor Rex Humard (In Memorian)


“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” João 8:36

A família de Alfredo estava passeando de carro. Era inverno, e todas as janelas estavam fechadas, e eles não ouviram o apito de um trem que se aproximava do cruzamento. Iam atravessando os trilhos quando o trem chegou e os atingiu.

A mãe e pai morreram imediatamente, mas Alfredo e sua irmã Gláucia sobreviveram. Depois do enterro dos pais, foram morar no sítio dos avós.

A vovó tinha um ganso velho de estimação que subia na varanda e ficava andando por ali à espera de comida.

Certo dia, Alfredo e Gláucia estavam brincando no quintal, quando o velho ganso se aproximou da casa. Alfredo disse à irmã:
- “Olha, Gláucia, eu vou jogar uma pedra no ganso da vovó”. Ele apanhou a pedra e Gláucia gritou:
- “Não faça isso! Não faça isso!” Mas ele atirou.

Ele não pretendia machucar o ganso, mas atingiu-o em cheio e o velho ganso caiu morto.
Alfredo e Gláucia ficaram apavorados.
- “O que vamos fazer?” perguntaram um ao outro. Alfredo correu para o barracão e apanhou uma pá e uma enxada. Levaram o ganso para trás do barracão, fizeram um buraco, enterraram o ganso, e alisaram a terra.

No dia seguinte, a vovó perguntou:
- “Crianças, vocês viram o velho ganso branco da vovó?” Nenhum dos dois disse uma palavra.

Naquela noite, depois do jantar, a vovó disse:
- “Gláucia, tire a mesa e lave a louça.”
Gláucia foi para a varanda, chamou Alfredo e disse:
- “Vá lá dentro e limpe a mesa e lave a louça”.
- “Eu não vou fazer isso”, ele protestou. “Isso é trabalho de mulher, e a vovó disse para você fazer”.
- “Lembra-se do ganso?” Gláucia perguntou. “Se você não lavar a louça, eu conto para a vovó que você matou o ganso”.

Lá se foi o Alfredo. Ele não queria que a vovó descobrisse a história do ganso, por isso foi limpar a mesa a lavar a louça.

Na manhã seguinte, a vovó disse a Gláucia que varresse a cozinha. Ela pegou a vassoura e saiu à procura do Alfredo. Quando o achou, entregou-lhe a vassoura e disse:
- “Tome, Alfredo, a vovó quer a cozinha varrida”.
- “Eu não vou varrer a cozinha. Vovó mandou você fazer isso”, ele respondeu.
“Lembra-se do ganso?” disse Gláucia. E lá foi o Alfredo varrer a cozinha.

Vez após vez, Alfredo acabava fazendo o serviço de Gláucia porque se sentia culpado. Ele não queria que a vovó descobrisse o que tinha feito. Certo dia, o avô preparou a carroça para ir à cidade fazer compras. Perguntou às crianças se queriam ir junto. Gláucia logo disse que sim, e sentou-se ao lado do avô.

Mas Alfredo disse:
- “Não estou me sentindo bem. Eu fico aqui com a vovó”.

Alfredo esperou que a carroça saísse e, quando a perdeu de vista, entrou em casa nervoso. Lá estava a avó, em sua cadeira de balanço, fazendo crochê. Ele fechou a porta, e foi se aproximando da avó, cabisbaixo e mordendo as unhas.

A avó levantou os olhos.
- “O que é que há com você, Alfredo?” ela perguntou. “Venha cá”. Ela pôs de lado o crochê e sentou-se no seu colo.
- “Vovó”, ele começou, “sabe o seu velho ganso branco?” E as lágrimas desceram-lhe pelo rosto, e as palavras saíam com dificuldade. “Não queria fazer isso, mas apanhei uma pedra, joguei-a no ganso e acertei e ele morreu. Nós o enterramos atrás do barracão. Sinto muito. Vovó, se você me perdoar, quando for grande eu vou comprar uma porção de gansos para lhe dar”.

A avó o segurou bem junto a sai até que ele parou de soluçar. Aí então ela disse:
- “Agora, Alfredo, você fez bem de me contar. Mas há problema. Eu perdôo você. Tudo fica esquecido.” Ela o abraçou, deu-lhe um beijo carinhoso, e ele se foi.

Alfredo ficou feliz pela primeira vez em muito tempo.

À tarde, o avô voltou na velha carroça, Gláucia estava ao seu lado com um saco de balas e gritava: “Alfredo, ganhei balas, ganhei balas!” Ela estava toda feliz, porém não sabia que Alfredo estava ainda mais feliz.

Depois do jantar, a avó disse:
- “Gláucia, limpe a mesa e vale a louça”. Como tinha feito tantas vezes, Gláucia chamou o irmão na varanda e disse:
- “Alfredo, vá limpar a mesa e lavar a louça.”
- “Vovó disse para você fazer”, Alfredo replicou. “Faça você mesma”.
Gláucia olhou para ele, surpresa, e perguntou:
- “E o velho ganso?”
Alfredo empertigou-se e disse:
- “O velho ganso? Eu contei tudo à vovó e ela me disse que estava perdoado”.
Gláucia teve de tirar a mesa e lavar a louça naquela noite. Alfredo estava livre do sentimento de culpa.

A culpa é um capataz cruel, que mantém muita gente em cativeiro. A prisão da culpa tem levado milhões a sofrer uma vida inteira de agonia. Ela tem arruinado emoções, conduzindo suas vítimas à autodestruição.

Isso é trágico, especialmente quando sabemos que o perdão pleno e gracioso de Deus está
ao nosso alcance. É só pedir: "Se tão somente a Cristo confessarmos os nossos pecados, Ele é Fiel e Justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça". (1º João 1:9).

Se você ainda não recebeu a Cristo, hoje mesmo você pode fazê-lo, aí onde você está, a Bíblia nos dá uma ótima notícia: "Mas a todos que o receberam, deu-lhes de serem chamados filhos de Deus, a saber, os que crêem em seu nome" (João 1:12).

Jesus mesmo nos dá suas promessas maravilhosas:
  •  "Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora". - João 6:37 
  • "Vinde a mim todos os que estão cansados e oprimidos e eu vos aliviarei". - Mateus 11:28
  • “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida”. - João 5:24
 Faça essa oração com sinceridade agora:
"Amado Senhor Jesus, confesso-Te os meus pecados, e peço o Teu inteiro perdão. Limpa-me de toda injustiça. Pela fé, eu sei que me perdoaste inteiramente. E eu Te agradeço por isso. Hoje, pela Fé, eu te recebo como meu único e suficiente Salvador, e peço-te que cumpra em mim sua promessa de me tornar filho de Deus, pois creio em Teu Santo Nome. Amém!!!"

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